segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Fecundação


Numa relação sexual, durante o coito são lançados na vagina cerca de 300 milhões de espermatozoides, mas destes, só uma pequena parte consegue atingir o interior do útero e chegar às trompas.


Por volta do 14º dia do ciclo menstrual, liberta-se um óvulo que é absorvido pela trompa permitindo o contato com os espermatozoides.

A fecundação ou fertilização, é a fusão do espermatozoide com o óvulo, que por sua vez dá origem ao Zigoto (célula com material genético do pai e da mãe). Esta célula depressa se multiplica dando origem ao embrião.

Entre o 5º e o 7º dia após a ovulação, dá-se a implantação, que consiste na fixação do embrião à cavidade uterina, onde vai crescer e desenvolver-se.

Estes fenômenos, fecundação e implantação, não são perceptíveis à grávida.



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Hormônios Femininos


A pílula convencional é composta por uma dose pequena de Estrógeno e uma dose moderada de Progestógeno, dois hormônios femininos. O estrógeno mais utilizado é o

Etinil-estradiol. O risco de efeitos colaterais está relacionado diretamente ao conteúdo de estrógenos da sua
pílula, e não à duração do uso. A maioria das mulheres pode utilizar a pílula até os 50 anos de idade, tranquilamente.
Todos os progestógenos são derivados da testosterona e, por isso, possuem alguns efeitos masculinizantes. Os progestógenos mais novos, como levonorgestrel (o mais utilizado), gestodeno e acetato de ciproterona, apresentam menos efeitos colaterais neste sentido.
Estudos mostram que a combinação de hormônios na pílula reduz a incidência de vários distúrbios, incluindo problemas menstruais, câncer e cistos ovarianos, doença inflamatória pélvica, tumores no endométrio, doenças benignas da mama e alterações na glândula tireoide. Em contrapartida, a pílula pode aumentar seu risco de trombose venosa, embolia pulmonar e ataque do coração. Mulheres que fumam e tomam pílula são consideradas um grupo de altíssimo risco para morte súbita cardíaca, especialmente a partir dos 35 anos.
Toda mulher anseia pelo controle de sua vida, mas muitas andam por aí tomando pílula sem saber que estes hormônios adicionais podem dar um nó nas rédeas do seu destino. Por isso, anote aí algumas pegadinhas que podem ser úteis na sua próxima visita ao médico:
- Se você nunca tomou pílula, uma boa primeira escolha são os anticoncepcionais monofásicos, aqueles em que você toma um mesmo comprimido ao longo de toda a cartela. Inicie com uma dose diária de 20 a 30 microgramas de etinilestradiol.
- Prefira pílulas com altas doses de estrógeno (p.ex.: 50 microgramas) se você sofre de epilepsia ou apresenta problemas menstruais perturbadores. Se já lhe recomendaram exorcismo durante alguma menstruação, você pode estar neste grupo.
- O seu problema tem a ver com acne, ganho persistente de peso, dores nas mamas, depressão ou crescimento de pelos indesejáveis? Em alguns casos, basta escolher pílulas com baixas doses de progestógenos ou aumentar a dose de etinilestradiol para facilitar o controle destes problemas.
- Muita atenção com remédios que podem diminuir a eficácia da sua pílula, tais como suplementos de vitamina C, antibióticos, antifúngicos (p.ex.: griseofulvina), rifampicina e anticonvulsivantes (com exceção do ácido valpróico).
- Diminuição do desejo sexual e sangramentos no começo ou no meio do ciclo também podem ser contornados com aumentos na dose de estrógeno. Mas cuidado: náuseas, vômitos, ganho periódico de peso, manchas no rosto (chamadas cloasma), e sensação de “engorgitamento” ou “hipersensibilidade” nos seios podem ser sinais de excesso de estrógenos. Daí a importância de garantir o emprego do seu ginecologista.
- Se você sofre de enxaqueca, procure imediatamente seu médico de confiança para interromper a pílula.
- As pílulas anticoncepcionais contendo apenas progestógenos são uma boa alternativa para mulheres com mais de 45 anos de idade, fumantes, diabéticas, hipertensas, com enxaqueca ou em fase de aleitamento. Apesar de não serem tão eficazes quanto as pílulas combinadas contendo progestógenos + estrógenos, elas podem ser melhor que praticar abstinência sexual ou encher a casa de bocas famintas.







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DST’s: infecções “silenciosas” que afetam a fertilidade

       DST’s – Doenças Sexualmente Transmissíveis, é um grupo de doenças infecciosas transmitidas principalmente através de relações sexuais que podem acometer o corpo humano nas regiões genital, anal, oral e ocular, mas, em alguns casos, podem também se estender para outros órgãos. Afetam tanto as mulheres
quanto os homens. São responsáveis por 25% das causas de infertilidade: 15% para as mulheres e 10% para os homens. Geralmente podem ser prevenidas e controladas através de métodos contraceptivos de barreira (preservativo e camisinha feminina, associados a espermicidas) e orientações educacionais que ajudam a modificar os comportamentos de risco como, por exemplo, evitar muitos parceiros sexuais, bem como o uso de drogas e relacionamento com parceiros que usam drogas ou que tenham outras pessoas com quem se relacionam sexualmente. Na maioria das vezes, as complicações podem ser evitadas pela detecção precoce da doença, logo que houver suspeita de contaminação.

O grupo das DSTs inclui as infecções por Clamídia, Gonorreia, HPV (Human Papiloma Vírus), Hepatite B, Herpes Genital, Sífilis, Cancro mole ou cancroide, Donovanose, Linfogranuloma venéreo e Tricomoníase além do HIV(AIDS). Entre elas, as que comprometem mais diretamente o sistema reprodutivo estão a Clamídia e a Gonorreia que, principalmente nas mulheres, podem passar despercebidas. As outras como o HPV (Human Papiloma Vírus), Hepatite B, Herpes e Sífilis, não causam diretamente a infertilidade, mas podem prejudicá-la pelos efeitos colaterais indesejáveis dos tratamentos. Como exemplo importante observa-se o HPV, que pode levar a alterações cancerosas no colo do útero implicando numa cirurgia que retira parte deste órgão (conização).

De acordo com a CDC (Centers for Disease Control and Prevention), nos Estados Unidos, mais de um milhão de mulheres por ano tem DIP (Doença Inflamatória Pélvica) e 100 mil delas terão problemas de fertilidade. DIP é uma complicação grave que, além dos riscos habituais de qualquer infecção, causa alterações anatômicas que distorcem a anatomia dos órgãos reprodutores, as quais, muitas vezes, são impossíveis de serem corrigidas. Esta complicação pode causar, na mulher, obstrução tubária e aderências, isto é, as tubas (trompas) grudam em outros órgãos, como intestino ou no próprio útero, perdem a mobilidade e impedem que os óvulos e espermatozóides se movimentem no seu interior, dificultando o encontro entre os dois. A gravidez tubária (gravidez fora do útero) pode ser também causada por este dano. O tratamento é realizado com antibióticos, podendo, em casos mais graves, ser necessário internação, cirurgia e até UTI. O CDC também informa que 70% das mulheres e 50% dos homens infectados por Clamídia, não tem sintomas e 40% destas infecções quando não tratadas levam a DIP. Segundo Robert Stamb da Sociedade de Biologia Reprodutiva de Atlanta – Estados Unidos, a DIP causa infertilidade em 15% das mulheres quando ocorre o primeiro episódio de infecção. Se houver o segundo, causa em 35% e no terceiro causa em 75% delas.Nove por cento das pacientes que tiveram DIP, deverão ter gravidez tubária.

Algumas pessoas, quando contraem uma destas doenças, têm sintomas evidentes, se tratam e ficam curadas. Entretanto, outras podem ser assintomáticas, isto é, o indivíduo contrai a doença, mas não apresenta nenhum sintoma e, por isso, não procura um médico, nem se trata e ainda contamina outras pessoas. São as chamadas “infecções silenciosas” consideradas um agravante do processo infeccioso por permitir que a doença evolua para formas mais graves além de poder contaminar outros(as) parceiros(as), se os cuidados preventivos não forem tomados. Calcula-se que sejam diagnosticados 20 milhões de casos por ano no mundo inteiro, mas devem existir muito mais pela falta de diagnóstico decorrente destas “infecções silenciosas”. Acredita-se que até 50% da população poderá adquirir uma destas infecções, até os 35 anos.

É importante que as mulheres tenham consciência destes riscos. Muitas delas, ao se casar, desconhecem estes antecedentes do marido, contraem a doença e só vão dar conta que estão contaminadas quando tiverem dificuldades de engravidar e os exames revelarem a doença. Por isso, se houver algum indício ou histórico de DST’s nos seus parceiros, estas mulheres deverão fazer a pesquisa destas doenças em um primeiro sinal de dificuldade de gestação ou até mesmo já nos exames pré-nupciais.

É importante que os homens também tenham consciência disso, pois os seus sintomas podem ser ainda mais “silenciosos” e passar anos sem este diagnóstico. Quando os sintomas aparecem, freqüentemente são: a uretrite (ardor ao urinar), prostatite (infecção da próstata) e a epididimite (infecção no epidídimo – local situado entre os testículos e a uretra, onde ocorre a maturação dos espermatozóides). Estas alterações podem prejudicar a qualidade do sêmen.

AS PRINCIPAIS DOENÇAS HPV (Human Papiloma VÍRUS)
Também é conhecida como “crista de galo”, “verruga genital” e “jacaré”. É causada por um grupo de vírus, HPV-DNA, com mais de 100 subtipos. Nesta doença, os subtipos 6, 11 e 42 determinam lesões papilares que confluem e formam massas de verrugas com o aspecto de couve-flor. Estas lesões ocorrem principalmente na vulva, vagina, períneo e colo do útero, podendo também aparecer no ânus e no reto.

Na maioria das vezes as lesões são inaparentes, sem nenhuma manifestação detectada pelo paciente. Outros subtipos podem ainda acometer as mãos e os pés.

A transmissão quase sempre é por contato sexual íntimo e mesmo sem a penetração, o vírus pode ser transmitido. O parto vaginal também pode ser outra via de transmissão, da mãe para o recém-nascido, e por isso, neste caso, é indicada a cesariana. É raro, mas pode ocorrer a transmissão pelo uso comum de toalhas e roupas íntimas em banheiros e saunas.

Como existem lesões muitas vezes impossíveis de serem visualizadas, o diagnóstico é feito inicialmente pelo Papanicolau e pela colposcopia (exame que verifica o colo uterino com uma lente de aumento). Com a confirmação, realiza-se outro exame detalhado que definirá o tipo de HPV (captura híbrida). Alguns deles não têm importância para o futuro da saúde do casal, mas outros são oncogênicos, isto é, podem causar câncer médio prazo caso não sejam tratados.

A principal preocupação com HPV é a sua relação com câncer de colo uterino e de vulva, principalmente os vírus 16, 18, 45 e 56.

Para prevenção da doença, é recomendável o uso de camisinha nas relações sexuais, bem como vacinas que podem impedir a doença.

O tratamento tem o objetivo de remover as lesões com quimioterápicos, cauterização, cáusticos locais. Mesmo com o tratamento há chance de recidiva das lesões. Não existe tratamento específico para a erradicação do vírus. Além da avaliação do parceiro, é necessária também a abstinência sexual durante o tratamento.

Gonorreia
Causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae. A chance de transmissão na relação sexual é de 90%. Também é conhecida pelos nomes de uretrite gonocócica e blenorragia.

A mulher infectada apresenta quantidade grande de corrimento na vagina e na vulva. Precedendo este corrimento pode haver sintomas de prurido e ardência ao urinar. A sintomatologia pode ser branda ou até ausente.

Como conseqüência, pode ocorrer desenvolvimento de doença inflamatória pélvica (DIP), infertilidade, aborto espontâneo, natimorto, bebê com baixo peso ao nascer e parto prematuro. Os recém-nascidos de mães portadoras da doença podem apresentar pneumonia e otite média.

Clamídia
É uma bactéria que infecta os órgãos genitais dos homens e mulheres. Atualmente são diagnosticados no mundo milhões de casos e por isso tem se tornado uma das DST’s mais comuns, e a maioria causadora de infertilidade.

Se uma mulher grávida contrai esta infecção neste período, poderá ter um bebê prematuro, e caso a mãe se infecte durante o parto vaginal, o bebê poderá ter infecção nos olhos (conjuntivite), ou problemas respiratórios. Nas mulheres é conhecida como uma das mais importantes “infecções silenciosas”, porque somente 1 em cada 4 mulheres têm sintomas. Nos homens são mais evidentes, três em cada quatro. Normalmente aparecem em 2 a 4 semanas após contato sexual.

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Nidação


Sinais e sintomas da nidação,saiba mais!

Se você está tentando engravidar, pode parecer muito longa a espera de duas semanas entre o seu período fértil e o momento em que você pode fazer um teste de gravidez. Você pode estar procurando por sinais e sintomas da gravidez para passar o tempo. A nidação é o processo de um óvulo fertilizado que se fixa no útero, e muitas
vezes fornece os primeiros indícios da gravidez.

Nidação
Todos os meses, seus ovários liberam um óvulo para as tubas uterinas, onde ele pode ser fertilizado com o esperma. O ovo fertilizado então viaja para o útero e se anexa ou é implantado no útero. Esse processo de nidação pode produzir sintomas que fornecem à mulher as pistas de que ela está grávida. A nidação geralmente ocorre cerca de nove dias após a ovulação, mas pode acontecer tão cedo quanto seis dias e mais tarde como 12 dias após a ovulação.

Sangramento
Sangramento leve pode ocorrer durante a nidação. De acordo com o site WhatToExpect.com, o sangramento de nidação ocorre em cerca de 30% das gestações. Esse sangramento costuma ser marrom ou rosa claro, e muitas mulheres o percebem quando elas se limpam após usar o banheiro. Essa mancha é clara e é o resultado do óvulo fecundado, ou embrião, se fixando na parede do útero.

Cólicas e ovulação
Algumas mulheres também apresentam cólicas durante a nidação. Esse sinal de nidação é frequentemente confundido com cólicas menstruais, pois algumas mulheres sofrem de cólicas menstruais dias antes de iniciar a menstruação.

Temperatura corporal basal
Se você controla a temperatura basal do corpo, pode perceber uma mudança de temperatura após a nidação. A temperatura corporal basal é a temperatura corporal de descanso da mulher, tomada ao mesmo tempo todos os dias, antes da mulher se levantar da cama. A temperatura basal do corpo de uma mulher subirá significativamente (cerca de 0.4 graus Fahrenheit) após a ovulação. A temperatura geralmente permanece elevada até começar o próximo ciclo menstrual. Quando a nidação ocorre, haverá uma queda de um dia na temperatura corporal basal. Certifique-se de usar um termômetro basal para controlar as leves alterações de temperatura.

Considerações
Como a nidação pode acontecer ao mesmo tempo que ocorre o início da sua próxima menstruação, ela às vezes é confundida como uma menstruação. Muitos dos sintomas da nidação são sintomas de menstruação iminente. Além disso, esses sintomas não são definitivos. Experimentar qualquer um ou todos esses sintomas não significa necessariamente que a nidação ocorreu. Esses sinais não são infalíveis; apenas um teste de gravidez vai dizer com certeza se você está grávida.





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PROGESTERONA


Conhecido como o "hormônio da gravidez", sua principal função é a de preparar o útero e o endométrio para a aceitação do embrião e preparar as mamas para a produção de leite. Ele é produzido no ovário, inicialmente pelo Corpo Lúteo,e posteriormente pela placenta, durante a gravidez. Quando existe uma deficiência de progesterona, a mulher pode apresentar amenorreia  ou seja, falta de menstruação. Além disto, a baixa produção deste hormônio é responsável pela maioria dos abortos que acontecem nos três primeiros meses da gestação. A dosagem de progesterona após o 20º dia do ciclo menstrual é importante para saber se a mulher ovulou naquele ciclo.





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Insônia


Tratamento de Insônia com Plantas Medicinais.

Um dos atos mais importantes para o ser humano, o dormir, está se tornando um grande problema para a sociedade atual. Parece simples chegar no final do dia, jantar, descansar um pouco, assistir a novela das oito, ler um pouco e depois deitar-se e dormir. Mas, para cerca de um terço da população, o ato de deitar e dormir está se tornando um tormento. Muitos hormônios são produzidos principalmente durante o sono profundo, como, por exemplo, a serotonina, denominada hormônio do humor. A sua ausência pode levar a estados depressivos. Noites mal dormidas produzem pessoas mal humoradas, cansadas e com tendência a depressão. Algumas plantas podem auxiliar no tratamento da insônia: são as chamadas plantas calmantes, relaxantes e hipnóticas (as que induzem ao sono).

É importante identificar primeiro qual é a causa da insônia. Se for agitação, estado nervoso muito alterado, recomenda-se o uso de plantas calmantes, como a Lippia alba, Capim limão – Cymbopogon citratus, Melissa – Melissa officinalis. Como são plantas aromáticas, e de sabor muito agradável, podem ser ingeridas na forma de chá, mas também na forma de tinturas ou cápsulas. Como uma opção, pode-se preparar sprays aromáticos com os óleos essenciais destas plantas para aspergir no ambiente. Se o problema principal é ansiedade, pode-se usar plantas como Kava-Kava – Piper methisticum ou mesmo a Lippia alba .

Com a ansiedade controlada, a pessoa começa a relaxar, a musculatura se distende, as dores na coluna e a tensão nos ombros, também são suavizadas e a qualidade do sono melhorará muito. Outra situação muito comum é a insônia devido a problemas de fígado. O fígado congestionado provoca dores no corpo, irritabilidade, insônia, boca amarga, entre outros sintomas. Para ajudar a descongestionar o fígado existe uma planta hipnótica brasileira fantástica - o Mulungu – Erythrina mulungu , uma arbórea nativa dos Cerrados brasileiros, sendo a sua casca empregada na forma de tinturas ou cápsulas. E se ainda não conseguir dormir, experimente o maracujá – Passiflora edulis, lembrando que o remédio são as folhas e não o fruto. Com certeza você irá encontrar uma planta que irá fazer com que se deite " nos braços de Morfeu" e tenha lindos sonhos.

Uma receitinha contra Ansiedade e insonia:

Um excelente Chá para ansiedade caseiro para acabar com a ansiedade e o nervosismo é o suco de maracujá com mel.

Ingredientes do Chá para ansiedade:

100 ml de água;
100 ml de polpa de maracujá natural:
mel a gosto.
Modo de preparo:

Para fazer este suco é preciso bater no liquidificador a polpa do maracujá com as sementes por apenas 3 segundos. A seguir deve-se coar as sementes, juntar a água e o mel à gosto.

Para que este remédio caseiro para ansiedade surta efeito é importante tomar 6 copos deste suco por dia.

Por ser um Chá para ansiedade natural ele não contém contra indicações podendo ser utilizado também em caso de ansiedade infantil.

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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

GARRAFADAS DE ERVAS MEDICINAIS PARA ENGRAVIDAR

LEIA COM ATENÇÃO P/ NÃO PERDER A OPORTUNIDADE
SÓ PARA NOVEMBRO!!!
Foto: Trompas Obstruídas


A deslocação do óvulo para a trompa de Falópio e dentro desta pode ser dificultada por uma obstrução junto à trompa e/ou ovários.

O bom funcionamento das trompas de Falópio é fundamental para se conseguir engravidar. Cerca de 15% dos problemas de fertilidade feminina são atribuídos a problemas com as trompas. Se as trompas estiverem obstruídas (ocluídas), o transporte do óvulo e dos espermatozoides deixa de ser possível.
A causa mais comum das anomalias das trompas e da presença de tecido cicatricial na pélvis é uma infecção ascendente vinda da vagina, que se estende pelo útero até às trompas e à cavidade abdominal.

Se a trompa se encontrar totalmente obstruída na sua extremidade (mais próxima do ovário), poderá estar cheia de líquido. Este fenômeno designa-se por hidrossalpinge. A trompa não funciona corretamente e a mucosa e o tecido muscular circundante apresentam-se também, frequentemente, danificados. Nalguns casos, apenas as fímbrias digitiformes que recolhem o óvulo estão deformadas, mas o resto da trompa encontra se desobstruída.

Sintomas

A presença de anticorpos contra a clamídia no sangue de uma mulher constitui um indício de possíveis problemas com as trompas. As obstruções ou oclusões das trompas podem ser detectadas com a ajuda de uma histerossalpingografia (HSG) ou de uma laparoscopia com exame das trompas.

Causas

Nas mulheres, a oclusão pode resultar de, entre outros factores:

Doenças sexualmente transmissíveis (DST)
Endometriose
Infecção pélvica (doença inflamatória pélvica – DIP)
Tecido cicatricial resultante de cirurgia abdominal
Anomalias congénitas
Mioma/fibromas

Tratamentos

Se apenas uma das trompas se encontrar ocluída, os médicos podem receitar fármacos estimulantes da ovulação para aumentar a produção de óvulos durante cada ciclo e, deste modo, maximizar as probabilidades de fertilização.

Dependendo da localização, da gravidade e da causa da oclusão, uma operação (microcirurgia) pode, em certos casos, restabelecer o normal funcionamento das trompas. É importante lembrar que a resolução do problema de obstrução nem sempre resolve o problema de fertilidade. Muitas mulheres que se submetem a uma cirurgia às trompas de Falópio têm, ainda assim, de recorrer posteriormente à fertilização in vitro (FIV).

Se as trompas estiverem muito deformadas (espessas e rígidas) e as pregas da mucosa já não forem visíveis, é pouco provável que a microcirurgia seja uma opção viável. Neste caso, o casal deverá iniciar imediatamente a FIV. No procedimento de FIV, as trompas e eventuais obstruções são irrelevantes porque os óvulos são extraídos dos ovários e fertilizados fora do corpo (in vitro), sendo os embriões transferidos para o útero. Graças ao crescente sucesso da FIV, o número de operações destinadas a restabelecer o normal funcionamento das trompas de Falópio diminuiu drasticamente.

Tratamentos Cirúrgicos

Há vários tipos de cirurgia para corrigir bloqueios nas tubas de Falópio. O tipo específico de cirurgia que o seu médico fará dependerá da localização e extensão do bloqueio da tuba de Falópio.

Alguns procedimentos tubários podem ser realizados usando técnicas microcirúrgicas, durante cirurgia abdominal aberta ou usando laparoscopia através de uma pequena incisão. O cirurgião deve ter treino especial e perícia em técnicas de microcirurgia e/ou laparoscopia.

Abaixo, há uma breve descrição dos procedimentos mais comuns:

Re-anastomose tubária caracteristicamente é usada para reverter uma obstrução tubária ou para reparar uma porção da tuba de Falópio danificada pela doença. Esse procedimento geralmente é realizado durante laparotomia.
Salpingectomia, ou remoção de parte da tuba de Falópio, é feita para melhorar o índice de sucesso da fertilização in vitro (FIV), quando a tuba desenvolveu uma acumulação de fluido (hidro-salpinge).
Fimbrio plastia pode ser realizada quando a parte da tuba mais próxima do ovário é parcialmente ou totalmente bloqueada. Esse procedimento permite reconstruir as extremidades com franjas das tubas de Falópio.
Para um bloqueio tubário próximo do útero (oclusão proximal), um procedimento não-cirúrgico chamado de cateterização tubária seletiva é o tratamento de primeira escolha. Usando-se fluoroscopia ou histeroscopia para guiar os instrumentos, o médico insere um cateter através do colo e do útero até ao interior da tuba de Falópio.

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